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Sobre Dora Ferreira da Silva

Seu primeiro livro de poesias foi Andanças, publicado em 1970. Entre a poesia e o ensaio, gêneros a que se dedicaria até o fim da vida, e sem interromper o trabalho com a obra de Jung, ela publicou a primorosa tradução das Elegias de Duíno, de Rilke. Em 1995, lançou Poemas da estrangeira, com o qual ganhou o Prêmio Jabuti daquele ano. O crítico e também poeta Ivan Junqueira atribuiu-lhe o talento de se valer “de uma linguagem sem voz para expressar o indizível”. Em 1999 foi publicado seu Poesias reunidas, que engloba oito livros, de Andanças a Poemas em fuga, este último lançado em 1997.

Em permanente contato com jovens interessados em mitologia, psicologia e poesia, Dora fundou o Centro de Estudos Cavalo Azul, em 2003, do qual participaram os poetas Cláudio Willer e Rodrigo Petrônio.

Dora Ferreira da Silva morreu no dia 6 de abril de 2006, em São Paulo.

NO IMS

O Acervo Dora Ferreira da Silva chegou ao Instituto Moreira Salles em 2006. É formado de biblioteca de cerca de 2.300 itens, entre livros e periódicos, parcialmente catalogados; e de arquivo com, aproximadamente: 1600 documentos, entre os quais, 90 cadernos de anotações da escritora; correspondência com 1.100 itens; 50 documentos pessoais; 360 recortes de jornais e de revistas; 640 fotografias; desenhos; 20 documentos audiovisuais; 50 apensos e 100 impressos religiosos. Em processo de tratamento, o arquivo, organizado de acordo com a descrição acima, está disponível para pesquisa.

O Instituto Moreira Salles publicou três livros de poemas da autora: O Leque, de 2007, Appassionata, de 2008, e Transpoemas, de 2009.

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