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Sobre Jayme Maurício

Jayme Maurício iniciou sua carreira de jornalista no Correio da Manhã, em 1950, onde escreveu sobre teatro, música, rádio, televisão, cinema e balé. Sua atuação no cenário cultural do Rio foi além da colaboração na imprensa: participou com entusiasmo do movimento que, em 1951, buscava uma sede definitiva para o Museu de Arte Moderna (MAM), criado em 1948. O projeto, que contou com o apoio de Paulo Bittencourt e de sua mulher, Niomar Moniz Sodré, donos do Correio da Manhã, teve em Jayme Maurício, a partir de 1952, um de seus vorazes batalhadores.

Nas novas instalações do MAM, Jayme Maurício passou a promover exposições de artistas como Manabu Mabe, Djanira e Hélio Oiticica.

Morreu em 1997, no Rio de Janeiro.

 

No IMS

O Acervo Jayme Maurício chegou ao Instituto Moreira Salles em 2002. É formado apenas de arquivo com organização original feita em dossiês contendo em torno de 20 mil documentos das mais variadas tipologias. Os dossiês se dividem em várias categorias: há os ordenados por nomes de personalidades do mundo das artes como Pancetti, Bruno Giorgi, Iberê Camargo, Manabu Mabe, entre muitos outros. Em cada dossiê encontram-se artigos, críticas, sempre relativos ao nome indicado. Além dos dossiês organizados por nomes pessoais, há outros contendo produção intelectual com textos críticos do autor e de terceiros, correspondência, recortes de jornais e de revistas, fotografias e material de divulgação, ordenados cronologicamente. Entre os documentos cartográficos, há extenso material sobre o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, como projetos de plantas para o prédio.