Debate Projeções 2017

Debate

Com Carol Almeida, Francine Barbosa e José Geraldo Couto

Quando

9 de dezembro de 2017
Às 19h15

Entrada gratuita

Distribuição de senha a partir das 15h30 na recepção

IMS Paulista

Avenida Paulista, 2424
São Paulo/SP


Sobre o debate

Abrindo a mostra Projeções 2017, um debate com entrada franca sobre o ano de 2017 no cinema com Carol Almeida, Francine Barbosa e José Geraldo Couto, com mediação por Kleber Mendonça Filho.

Sobre os debatedores:

Carol Almeida é crítica, pesquisadora e curadora de cinema, doutoranda do programa de pós-graduação em Comunicação na UFPE, com foco em estudos sobre o cinema contemporâneo brasileiro. Ministra oficinas sobre representação da mulher no cinema, faz parte do coletivo Elviras - Mulheres Críticas de Cinema, do Mape (Mulheres no Audiovisual Pernambuco) e da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema). Publica no site Foradequadro.com e escreve esporadicamente para alguns meios de comunicação.

Francine Barbosa é roteirista e professora. Dirigiu e escreveu o curta metragem Cerimônia, foi corroteirista do documentário Cangaíba - Luz e movimento, do curta metragem A navalha do avô e do longa metragem A cidade aqui dentro. Criou oficinas de audiovisual nos programas Cine Escola Tela Brasil, Fábricas de Cultura, CulturAção e Programa VAI. Foi coordenadora do Curso Técnico em Direção Cinematográfica da Academia Internacional de Cinema - AIC. Atualmente, desenvolve como roteirista projetos de televisão e cinema voltados ao público adolescente e adulto, ministra aulas de roteiro e atua como parecerista em editais de audiovisual para órgãos estaduais, federais e privados.

José Geraldo Couto é jornalista, crítico de cinema e tradutor. Formado em história e em jornalismo pela USP, trabalhou mais de vinte anos na Folha de S. Paulo e três na revista Set. Publicou, entre outros, os livros André Breton (Brasiliense), Brasil: anos 60 (Ática) e Futebol brasileiro hoje (Publifolha). Organizou e fez as entrevistas do livro Quatro autores em busca do Brasil (Rocco). Participou com artigos e ensaios dos livros O cinema dos anos 80 (Brasiliense), Folha conta cem anos de cinema (Imago) e Os filmes que sonhamos (Lume), entre outros. É sócio fundador da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). Ministra regularmente cursos livres voltados para a história do cinema e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.

Sobre o mediador:

Kleber Mendonça Filho trabalhou como responsável pelo setor de cinema da Fundação Joaquim Nabuco por 18 anos e hoje é curador do cinema do IMS. Escreveu sobre cinema para o Jornal do Commercio, no Recife, seu site CinemaScópio, Revistas Continente, Cinética e o jornal Folha de S. Paulo. É também diretor artístico do festival Janela Internacional de Cinema do Recife, já em sua décima edição. Seu primeiro longa metragem de ficção, O som ao Redor (2012), foi representante brasileiro no Oscar 2014. Em 2017 seu segundo longa, Aquarius, atingiu 360 mil espectadores em seu lançamento comercial. É desde 2017 membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.


Como participar

Entrada gratuita com distribuição de senha 30 minutos antes na recepção.


Sobre Projeções 2017

Projeções 2017 é uma revisão do ano que acaba no cinema. Esta série de sessões especiais proposta pela equipe de curadoria e programação do IMS não deve ser vista como um Top 20 dos melhores filmes do ano, mas como uma observação de momentos importantes de 2017 a partir do cinema, com alcance abrangente de estilos, estéticas e perfis, indo do “cultural” ao “comercial” e passando pelos lugares onde tudo se encontra. Propomos essa revisão a partir de 20 filmes lançados comercialmente em salas alternativas ou nos multiplex brasileiros, produções nacionais e estrangeiras, além de uma sessão de curtas-metragens que circularam em festivais de cinema e outras plataformas ao longo do ano.

Dentro da seleção, Blade Runner 2019, Denis Villeneuve, será exibido junto a Blade Runner – O caçador de androides, de Ridley Scott; O estranho que nós amamos é projetado nas versão de 1971, de Don Siegel, e de 2017, de Sofia Coppola; A curadoria apresenta também uma relação entre Dunkirk, de Christopher Nolan, e Vá e veja, de Elem Klimov, como duas possíveis visões sobre a Segunda Guerra Mundial.