
No contexto da exposição Dignidade e Luta: Laudelina de Campos Mello, a artista Silvana Marcelina e a pesquisadora Juliana Teixeira são convidadas a refletir sobre o trabalho doméstico e seus impactos históricos, sociais e políticos. O encontro tem início com uma performance na galeria da exposição e será seguida de roda de conversa, com mediação de Natália Homero, educadora do IMS.
A exposição Dignidade e Luta: Laudelina de Campos Mello, em cartaz no IMS, propõe uma homenagem à vida, ao pensamento e à militância de Laudelina, em diálogo com documentos históricos e obras contemporâneas que abordam temas como trabalho doméstico, antirracismo, sindicalismo e associativismo negro.

Evento ao vivo com tradução Suruí-Português e interpretação e tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais).
Juliana Teixeira
É autora do livro Trabalho Doméstico (2021), Coleção Feminismos Plurais, organização Djamila Ribeiro, livro finalista do Prêmio de Melhor livro da área de Administração do European Group of Organizational Studies. Professora do curso de Administração da UFES, com atuação em estudos sobre interseccionalidades no mundo do trabalho. Doutora em Administração pela UFMG. Colabora como especialista em DE&I e desigualdades interseccionais em organizações públicas e privadas, e veículos de mídia nacionais.
Silvana Marcelina
É mulher, negra, oriunda da Baixada Fluminense, filha de pedreiro e de empregada doméstica. Graduada e mestra em Serviço Social/UFRJ, especialista em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação/IFRJ, bacharel e licencianda em Artes Visuais/UERJ e doutoranda no PPGMS/Unirio. Atua como artista, pesquisadora, curadora e educadora nas áreas de identidade, memória, afeto e resistência. Como artista, trabalha com diversas linguagens explorando as tensões entre elementos macropolíticos e a vida privada.
Natalia Homero
É atriz, educadora e pesquisadora independente, graduada em licenciatura em Teatro e Educação pela Faculdade Paulista de Artes. É da região do Alto Tietê (SP) e trabalha com educação em instituições culturais há cerca de 10 anos, em parceria com instituições como Fundação Bienal de São Paulo e Sesc-SP, em coordenação de equipes educativas. Sua trajetória e pesquisas perpassam manifestações culturais afro-brasileiras, como o samba, o teatro de animação — em perspectivas afro-diaspóricas — e suas correlações com o campo da educação. Atualmente é educadora no IMS Paulista.
Quando
3/9/2026, quinta, a partir das 19h.
Performance às 19h
Roda de conversa às 19h30
Onde
IMS Paulista
Avenida Paulista, 2424
São Paulo/SP
Entrada gratuita
Distribuição de senhas 60 minutos antes do evento. Limite de 1 senha por pessoa.
Capacidade: 100 lugares (sujeito à lotação).
Evento ao vivo com tradução Suruí-Português e interpretação e tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais).
A Área de Educação do IMS formula e realiza programas para as suas três unidades: Rio de Janeiro, Poços de Caldas e São Paulo, alinhando ações para promover a fruição de exposições diversas, incluindo as mostras dos acervos do IMS. Os programas são dirigidos aos mais variados públicos, de diferentes perfis e faixas etárias, visando a sensibilização, o estímulo à experiência artística e estética, o incentivo ao pensamento crítico e reflexivo sobre arte, cultura e memória, em especial sobre a imagem fotográfica. São atividades frequentes as visitas mediadas, os ateliês de férias, os projetos continuados em parceria com escolas, e com associações e lideranças comunitárias, encontros com professores, formação interna, atividades para famílias e ações de acessibilidade.
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