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História da arte como história da morte

Videoinstalação de Douglas Gordon. Îles flottantes, (Se Monet encontrasse Cézanne, em Montfavet), 2008 © Studio lost but found / VG Bild-Kunst, Bonn 2018

Sobre a aula

O curso História da arte como história da morte, ministrado por Daniel Jablonski, propõe uma leitura da obra Îles flottantes (Se Monet encontrasse Cézanne, em Montfavet), do artista escocês Douglas Gordon, a partir da figura do crânio na arte. A atividade está ligada à exposição homônima em cartaz na Galeria 1 do IMS Paulista a partir de 14 de abril.


Sobre Daniel Jablonski

É artista visual, professor e pesquisador independente. Obteve o título de mestre em Filosofia Contemporânea pela Sorbonne-Panthéon, Paris, e em História e Política do Museu e do Patrimônio / Estudos em Crítica e Curadoria pelo Institut National d’Histoire de l’Art, Paris, e Columbia University, Nova York. Sua produção multifacetada, conjugando teoria e prática, pode ser apresentada tanto na forma de fotografias, objetos, instalações e performances, quanto de uma publicação ou ainda de uma palestra. Atualmente leciona e coordena o curso de Histórias da arte moderna e contemporânea no Museu de Arte de São Paulo.


Como participar

Atividade gratuita na Sala de aula. Lugares limitados.

Distribuição de senhas 60 minutos antes do evento. Limite de 1 senha por pessoa.


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