Alice Brill: impressões ao rés do chão

Exposição

Entrada gratuita
30 de março a 18 de agosto de 2019

IMS Rio

Galeria Marc Ferrez
Rua Marquês de São Vicente, 476
Gávea - Rio de Janeiro/RJ

Horário

Terça a domingo e feriados (exceto segunda), das 11h às 20h

Contato

(21) 3284-7400
imsrj@ims.com.br

Apresentação

A exposição Alice Brill: impressões ao rés do chão, com curadoria de Giovanna Bragaglia, apresenta o olhar humanista da fotógrafa. Alice Brill registrou belas imagens de São Paulo, mas também o descontentamento de seus habitantes; documentou o desenvolvimento da cidade, com seus prédios e viadutos, mas também a longa fila de passageiros à espera do ônibus; fotografou uma visita oficial de deputados ao Centro-Oeste do país com a comitiva da Fundação Brasil Central, mas também o incômodo de uma índia com esse grupo. Como uma crônica, seu olhar percorre um período de intenso desenvolvimento, mas sem mascarar contradições e dificuldades. O acervo de Alice Brill, com cerca de 14 mil negativos, pertence ao IMS desde 2000.

Curadoria

Giovanna Bragaglia

Na Internet

expoalicebrill.ims.com.br
#ExpoAliceBrill

Imprensa

(11) 3371-4455
comunicacao@ims.com.br

Visitação

Entrada gratuita
30 de março a 18 de agosto de 2019

Terças a domingos e feriados (exceto segundas), das 11h às 20h.

IMS Rio
Galeria Marc Ferrez
Rua Marquês de São Vicente, 476
Gávea - Rio de Janeiro/RJ


Obras


Sobre Alice Brill

Filha do pintor Erich Brill e da jornalista Marte Brill, Alice Brill migrou com a família para o Brasil aos 14 anos para escapar do nazismo. Estabelecida em São Paulo, começou a frequentar sessões de modelo-vivo no Grupo Santa Helena, onde conviveu e fez amizades com os artistas Mario Zanini, Paulo Rossi Osir, Alfredo Volpi, entre outros. Em 1946, com uma bolsa de estudos, seguiu para os Estados Unidos, onde frequentou a University of New Mexico, em Albuquerque, e a Art Students League, em Nova York. Lá, optou por cursar aulas de desenho, pintura e fotografia – esta última escolhida por ser uma possibilidade de profissão quando voltasse para o Brasil, o que aconteceria dois anos depois. Sua verdadeira paixão, entretanto, era a pintura, técnica que apresentou na I e na IX Bienal Internacional de São Paulo (1951 e 1967) e em diversas exposições individuais e coletivas ao longo da vida. A partir dos anos 1960, Alice deixou sua câmera de lado e dedicou-se integralmente à pintura.


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Itinerário da exposição

São Paulo, Brasil
IMS Higienópolis
De 24 de setembro de 2015 a 7 de fevereiro de 2016

Poços de Caldas, Brasil
IMS Poços
De 27 de fevereiro a 24 de julho de 2016



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