Pixinguinha – Naquele tempo, hoje e sempre

Exposição

Entrada gratuita
23 de abril, às 17h, a 20 de outubro de 2019

IMS Rio

Pequena Galeria
Rua Marquês de São Vicente, 476
Gávea - Rio de Janeiro/RJ

Horário

Terça a domingo e feriados (exceto segunda), das 11h às 20h

Contato

(21) 3284-7400
imsrj@ims.com.br

Apresentação

Compositor, instrumentista, arranjador e maestro, Pixinguinha (1897-1973) é personagem fundamental na história da música brasileira. Sua vida e sua obra são relembradas na exposição Pixinguinha – Naquele tempo, hoje e sempre, que o IMS Rio inaugura no Dia Nacional do Choro, 23 de abril, às 17h. É a data consagrada como sendo a do nascimento do compositor – embora pesquisa recente, realizada pelo pianista Alexandre Dias, aponte 4 de maio como o dia mais provável. Na abertura da mostra, o músico Antônio Rocha tocou uma flauta que pertenceu a Pixinguinha. O instrumento é um dos itens exibidos na mostra, que reúne ainda partituras, discos e objetos pessoais de Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha. O conjunto integra o acervo do músico, sob a guarda do IMS desde o ano 2000. A seleção ainda apresenta dez retratos feitos por fotógrafos cujas coleções também estão no Instituto Moreira Salles.

A curadoria da exposição é de Luiz Fernando Vianna, coordenador da Rádio Batuta, a rádio de internet do IMS.

Curadoria

Luiz Fernando Vianna

Na Internet

expopixinguinha.ims.com.br #expopixinguinha

Imprensa

(11) 3371-4455
comunicacao@ims.com.br

Visitação

Entrada gratuita
De 23 de abril, às 17h, a 20 de outubro de 2019

Terças a domingos e feriados (exceto segundas), das 11h às 20h.

IMS Rio
Pequena Galeria
Rua Marquês de São Vicente, 476
Gávea - Rio de Janeiro/RJ


Itens expostos


Sobre Pixinguinha

Alfredo da Rocha Vianna Filho nasceu no bairro da Piedade, no Rio de Janeiro, filho de Alfredo da Rocha Vianna e Raimunda Maria da Conceição, em 23 de abril de 1897 – embora uma investigação recente do pesquisador e músico Alexandre Dias indique a data de 4 de maio. O pai de Pixinguinha, funcionário dos correios e flautista amador, promovia reuniões musicais em sua casa, frequentada por grandes chorões da época. Com a música à sua volta, aprendeu cavaquinho com os irmãos Léo e Henrique, passou a acompanhar seu pai nos bailes, e compôs sua primeira música, o choro Lata de leite, em torno de 1908. O reconhecimento do genial compositor, instrumentista, arranjador e maestro não tardou a chegar. Entre 1919 e 1922, com seu conjunto Oito Batutas, apresentou-se com grande sucesso pelo país e conquistou o público em Paris e Buenos Aires. Ainda em 1922, o grupo participou da primeira transmissão de rádio feita no Brasil. Depois de alguns anos com dificuldades financeiras e problemas de saúde, Pixinguinha morreu aos 75 anos, em 17 de fevereiro de 1973, na igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, durante o batizado do filho de um amigo.

(Foto: Pixinguinha por David Drew Zingg / Acervo IMS)

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Montagem no IMS Rio


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