A noite de Alaíde
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2025. 100min. 12 anos
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Alaíde Costa, uma garota simples do subúrbio carioca, chega às rodas da Zona Sul do Rio de Janeiro dos anos 1960. Ali, conquista os holofotes, figurando ao lado de João Gilberto, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e se torna a cantora, pianista, compositora e parceira desses que são tidos como a tríade de ouro da bossa nova. Mas, no auge da carreira, como a voz feminina negra e essencial do movimento, Alaíde é sumariamente ignorada pelas gravadoras. Junto com Johnny Alf, outro pioneiro negro da bossa nova, ela é vetada da lendária apresentação no Carnegie Hall, em Nova York. Agora, do alto dos seus 90 anos, Alaíde vai atravessar a América em busca do palco que é seu por direito.
Em entrevista a Lígia Scalise para a Revista E, do Sesc, Alaíde Costa conta de sua participação no surgimento da bossa nova: “Eu estava gravando o meu segundo álbum, 78 rotações, na Odeon, quando recebi o convite de João Gilberto, através do diretor artístico, o Aloysio de Oliveira, para participar de uma reunião com uns meninos da Zona Sul. Nunca vou me esquecer dos olhares divertidos que vi, quando cheguei no endereço e perguntei por João Gilberto. Só depois é que soube que ele tinha a fama de combinar, mas nunca comparecer aos eventos. A turma toda estava lá: [Ronaldo] Bôscoli [1928-1994], Carlinhos Lyra, enfim, todos, e eu me senti bem à vontade. Participei de várias reuniões dessas. Como eu já era uma cantora profissional, acho que isso foi importante para eles também. Bem, o resto da história todos já sabem. Depois que a bossa nova ficou famosa… eu fiquei de fora”.
[...] “Uma vez, eu disse que tive mais tristezas do que alegrias na minha profissão, mas, hoje, é só alegria. O reconhecimento chegou. Tarde, mas chegou. E isso é muito importante. Já pensou morrer levando uma tristeza? Ser cantora é uma missão que cumpri. Não foi fácil, mas eu viveria tudo de novo. Chegar a essa idade me apresentando e tendo o reconhecimento que não tive antes é muito gratificante. Tudo valeu a pena”.
Entrevista da cantora Alaíde Costa para a Revista E (na íntegra) ►

| 22/07 quarta-feira | 20h |
|---|---|
| 24/07 sexta-feira | 17h50 |
| 25/07 sábado | 14h |
| 29/07 quarta-feira | 15h30 |
| 31/07 sexta-feira | 15h30 |
| 1/08 sábado | 14h30 |
Vendas
Os ingressos do cinema podem ser adquiridos online ou na bilheteria do centro cultural, mais informações abaixo.
Meia-entrada
Com apresentação de documentos comprobatórios para professores da rede pública, estudantes, crianças de 3 a 12 anos, pessoas com deficiência, portadores de Identidade Jovem e maiores de 60 anos.
Cliente Itaú
Desconto de 50% para o titular ao comprar o ingresso com o cartão Itaú (crédito ou débito). Ingressos e senhas sujeitos à lotação da sala.
Devolução de ingressos
Em casos de cancelamento de sessões por problemas técnicos e por falta de energia elétrica, os ingressos serão devolvidos. A devolução de entradas adquiridas pelo ingresso.com será feita pelo site.
IMS Paulista
Ingressos: terça, quarta e quinta: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia); sexta, sábado, domingo e feriados: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Bilheteria: de terça a domingo, das 12h até o início da última sessão de cinema do dia, na Praça, no 5º andar.
Os ingressos para as sessões são vendidos na recepção do IMS Paulista e pelo site ingresso.com. A venda é mensal e os ingressos são liberados no primeiro dia de cada mês.
Não é permitido o consumo de bebidas e alimentos na sala de cinema.
