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Sergio Larrain na revista O Cruzeiro Internacional

Miguel Del Castillo

Ao trazer a retrospectiva de Sergio Larrain, organizada por Agnès Sire, para seus centros culturais do Rio e de São Paulo, o Instituto Moreira Salles recupera também a passagem do fotógrafo chileno pela revista O Cruzeiro Internacional, edição em espanhol da publicação ilustrada mais lida no Brasil de meados do século xx.

Após seu lançamento em 1928 como revista semanal de variedades, O Cruzeiro incorporou, na década de 1940, “o modelo da fotorreportagem, tornando-se pioneira na implantação do fotojornalismo no Brasil” 1. A nova forma funcionou bem e despertou surpreendente interesse em alguns outros países da América Latina, como Argentina, Chile e México. Na esteira do sucesso, Assis Chateaubriand, dono dos Diários Associados, encampou o projeto de lançar uma versão internacional, visando a concorrer com a Life no continente latino.

Contudo, como escreveu Constantino Paleólogo, que participou das conversas e pesquisas prévias à criação da edição internacional, da qual se tornaria chefe de redação, “o que se sabia, naquele momento, da América Espanhola?”. A pergunta, que consta em seu livro sobre a experiência com a publicação, é retórica:

Nada. O desconhecimento dos jornalistas era tão profundo quanto o de qualquer brasileiro médio. Havíamos estudado as civilizações antigas, conhecíamos os principais países da Europa com certo luxo de pormenores, podíamos analisar detidamente a evolução da sociedade norte-americana desde os seus primórdios, mas dos nossos irmãos latinos, dos nossos companheiros de raça do Novo Mundo, tínhamos apenas informações vagas, imprecisas e sempre confusas. Não foi difícil concluir que éramos tão ignorados por eles quanto os ignorávamos.2

"El pie frio de America", texto de Santiago del Campo e fotos de Sergio Larrain. O Cruzeiro Internacional, ano II, n. 21, 16/11/1958, pp. 38-45. © Acervo Jornal Estado de Minas.

O próprio Chateaubriand, no editorial do primeiro número, reconhecia a dificuldade da empreitada: “O Cruzeiro em espanhol é um desafio ao deserto que nos separa uns aos outros na América Latina. Poderemos combater, hoje, as consequências desse deserto?”. Assim, com uma velada vontade imperialista 3 e uma busca por compreender esses povos vizinhos e dar-se a conhecer a eles, ele lança em 1957 O Cruzeiro Internacional, que chega a ter 307 mil exemplares por edição em praticamente toda a América Latina, incluindo Cuba e algumas partes dos Estados Unidos, em um total de 18 países. Circularia quinzenalmente até 1965, quando fechou por não se pagar e por não conseguir atrair mais anunciantes. Foi apontada até mesmo como um dos grandes motivos da falência de O Cruzeiro.

Era “uma publicação latino-americana para os latino-americanos” 4. Embora com direção brasileira, foram contratados diversos repórteres e fotógrafos oriundos dos países vizinhos, e havia uma preocupação em adaptar os textos a um espanhol “comum”, compreensível em todos os países aos quais chegava 5. Algumas matérias eram traduzidas, porém muitas delas eram produzidas exclusivamente para a edição internacional.

Aos renomados fotógrafos que colaboravam para a versão nacional, como parte da equipe ou contratados por matéria – figuras como José Medeiros, Pierre Verger, Ed Keffel, Henri Ballot, Flávio Damm e Luciano Carneiro –, somaram-se novos nomes internacionais, mais ou menos conhecidos, conformando um conjunto que mereceria estudo mais detido. Um desses colaboradores era o chileno Sergio Larrain, que realizou pelo menos 12 reportagens para a publicação, sobretudo entre 1957 e 1960. Sua atuação na revista se iniciou por intermédio do dramaturgo e jornalista Santiago del Campo, cuja casa, em Santiago, era “local de encontro para extenso grupo de jovens criadores, incluindo os escritores Jorge Edwards, Alejandro Jodorowsky, Enrique Lihn, Enrique Lafourcade, Alberto Rubio e Claudio Giaconi, bem como os artistas Carmen Silva e Carlos Faz”, e, claro, Sergio Larrain 6. Del Campo e Larrain colaborariam em pelo menos cinco reportagens.

Se a pontual participação de Larrain na revista não marcou época como a dos outros fotógrafos mencionados, suas contribuições têm sua preciosidade revelada quando relacionadas a sua breve e explosiva obra fotográfica. Esse foi, afinal, seu primeiro emprego como fotógrafo freelance; são seus anos de formação, quando criou o gosto pelo fotojornalismo, que o levaria, mais tarde, a se aproximar de Henri Cartier-Bresson e, em seguida, a se associar à agência Magnum 7.

IMAGEM, TEXTOS DA IMAGEM

Há nas fotos que Larrain publicou em O Cruzeiro Internacional todos os elementos que definem, por assim dizer, seu “estilo”, marcado por composições nada óbvias: a forte presença do chão, ocupando muitas vezes a maior parte da composição, fruto do ponto de vista de cima para baixo, que parecia ser seu predileto; as figuras desfocadas em primeiro plano, fazendo as vezes de observador da foto, enquanto a cena principal ou paisagem se desdobra ao fundo; os horizontes inclinados; as pessoas em movimento, que ele flagrava tão bem. As fotos em cor são um bônus para quem já tem familiaridade com sua obra: pouquíssimo vistas, aparecem em diversas matérias sobre lugares como Valparaíso, Chiloé, Potosí e a Patagônia chilena.

Contudo, ainda que traga essas características, todas fruto de seu olhar vivaz e despreocupado das convenções, sua obra não se resume a elas e segue, de alguma maneira, nos escapando. Como resumiu o escritor Roberto Bolaño, seu conterrâneo: “Parece o fotógrafo acidental. Parece o fotógrafo brincalhão. Parece o menino chileno solto, livre de amarras. Parece muitas coisas que não é. Em alguns momentos, penso que ele busca a harmonia, ou um substituto da harmonia: o instante em que tudo se detém e os homens e as coisas se assemelham.” 8 Parece, neste nosso recorte, um fotógrafo em formação, que acidentalmente se tornou fotojornalista, produziu uma obra magnífica em pouquíssimos anos e depois, no auge, se retirou.

É curioso pensar que, mesmo hoje, muitas dessas marcas das fotos de Larrain “desqualificariam” um fotojornalista, no entendimento de alguns veículos; a redação de O Cruzeiro Internacional, entretanto, parecia não se incomodar, aceitando e publicando seu trabalho dessa maneira.

Em reportagem que poderia ser extremamente prosaica e sem graça, sobre a visita a Londres da sul-africana Penelope Coelen 9, miss Mundo de 1958, ele até realiza um retrato mais tradicional, em close-up, da modelo. A imagem de maior destaque, porém, é outra, em que ela aparece agachada no meio da cena, cercada por transeuntes, um menino curioso olhando para a câmera e pombos ciscando e levantando voo. No texto, Larrain escreve que, naquele dia, “a fleuma britânica afrouxou o nó da gravata para saudar a nova rainha da beleza, [...] que chegou radiante como o sol do sul”.

E aqui aparece outro aspecto interessante dessas suas contribuições: em diversas matérias, o fotógrafo também ficava responsável pelo texto, procedimento que já era por vezes adotado em O Cruzeiro 10. Com a palavra escrita, Larrain, que dizia também querer ser escritor, mostra aqui e ali suas percepções poéticas e seu olhar marginal para a vida. Além disso, diversas vezes comenta as próprias fotos, extraindo delas sentidos para a reportagem.

"Santa Cruz de la Sierra", texto e fotos de Sergio Larrain. O Cruzeiro Internacional, ano III, n. 5, 1/3/1959, pp. 72-77. © Acervo Jornal Estado de Minas.

Enviado à Feira de Bruxelas, a primeira grande “exposição internacional” a ocorrer depois da Segunda Guerra, abre o seu texto comparando-a a uma “miniatura de um mundo sem guerra” 11. A matéria é sobre o Atomium, construção monumental em forma de átomo feita para a feira, que, no entanto, só aparece na primeira e na última imagens, e ainda assim visto de ângulos inusitados. As outras fotografias são sobretudo instantâneos dos visitantes e “refletem o espírito da Feira de Bruxelas em seu último dia. O público permaneceu nela até os momentos finais, como se quisesse perpetuar aquela terra de ninguém”.

Como em toda a sua obra, o destaque para o ser humano é marcante, mesmo em reportagens sobre transformações urbanas na Europa e na América do Sul – tema que, por sinal, era recorrente na revista 12. Há nas fotos de Larrain uma vontade de humanizar as cidades que, ademais, surge discretamente em meio a textos mais informativos. Um mercado de pulgas que logo deixará de existir é o pretexto para falar de Paris, cidade que “está sempre se reformando” 13. Nas imagens, as pessoas se confundem com os objetos, as esculturas e velharias – como se elas também fossem passar por uma renovação ou deixar de existir. Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, é uma “antiga cidade que agora começa a despertar do sono” e que vê o progresso chegar, assim como, na imagem que abre a matéria, as duas figuras em primeiro plano observam a construção da linha do trem e a locomotiva já posta sobre os trilhos 14.

O ponto alto talvez seja a matéria sobre Valparaíso, pela relevância do tema em relação a sua obra, pela montagem das páginas na revista e pelo texto 15. Nessa cidade da costa chilena, grande musa do fotógrafo, ele faria, entre 1952, quando tinha apenas 21 anos, e os primeiros anos da década seguinte, sua maior e mais conhecida série de fotografias. São imagens que aparecem em El rectángulo en la mano (1963), pequeno e precioso livro de artista publicado em uma coleção chamada Cadernos Brasileiros, realizada pela embaixada brasileira no Chile e editada pelo poeta Thiago de Mello; Chili (Éditions Rencontre, 1968), em que ilustra esse volume de uma coleção de viagem; e no tardio Valparaiso (Hazan, 1991), organizado por Agnès Sire.

A reportagem, que ganhou o sugestivo título de “A cidade pendurada nos morros”, foi publicada em O Cruzeiro Internacional em 1959, sendo, portanto, anterior à matéria de mesmo tema publicada na revista suíça Du Atlantis, sete anos mais tarde, com texto de Pablo Neruda. O poeta chileno, amigo do pai de Larrain, fora fotografado por ele anos antes para O Cruzeiro Internacional, em sua casa de Isla Negra 16. Na página dupla que abre essa matéria, em duas fotos o poeta contempla o horizonte do mar – através do binóculo, em uma, e munido de seu cachimbo, na outra. Anos mais tarde, Neruda encomendaria ao fotógrafo imagens para Una casa en la arena (Lumen, 1966), livro com um texto do poeta sobre a própria residência costeira.

"Pablo Neruda y el mar", texto de Santiago del Campo e fotos de Sergio Larrain. O Cruzeiro Internacional, ano III, n. 8, 16/4/1959, pp. 52-55. © Acervo Jornal Estado de Minas.

O texto da matéria sobre Valparaíso, assinado pelo fotógrafo, foi dividido em pequenos blocos que funcionam como longas legendas – ou, nas palavras dele, “epígrafes” – para as imagens, a que se referem diretamente. Sobre a primeira foto, que se estende por duas páginas, diz:

Esta fotografia mereceria um texto melhor e mais destacado do que esta simples epígrafe. Eis o cais de pedras, onde as pombas parecem esperar pelas mãos generosas que lhes oferecerão grãos de milho dourados. O cenário é composto por um banco e dois personagens que dramatizam a velhice; as lâmpadas dependuradas dos postes de concreto e o panorama de gruas na penumbra do fog ao fundo fazem lembrar o aspecto do amanhecer em Londres. Contudo, este instantâneo foi tomado a milhares de milhas da capital londrina. É apenas um aspecto do porto de Valparaíso, sacada chilena para o Pacífico, cidade que também tem amanheceres claros e meios-dias plenos de sol.

A seguir vem uma página dupla com um jogo de imagens inteligentíssimo 17. À esquerda, uma ladeira de pedras rústicas com construções mais antigas, em sentido descendente; à direita, outra ladeira, de pavimento mais uniforme, que, por sua vez, sobe e é cercada de prédios modernos. A legenda diz, de um lado, “aqui, sobem pela encosta” e, do outro, “aqui, pelos elevadores”. Na “epígrafe”, lê-se:

Em contraste com o passado, Valparaíso se contagiou com a febre das dimensões verticais. Outeiros e arranha-céus disputam as alturas na cidade, enquanto os Andes, atrás deles, contemplam as audaciosas empreitadas do homem [...]. O lema “renovar-se ou perecer” não vale para Valparaíso; com ou sem os soberbos edifícios, a cidade sempre foi e sempre será uma joia cuja beleza é inata [...]. Valparaíso é bela de verdade, e por direito próprio.

"La ciudad colgada en los cerros", texto e fotos de Sergio Larrain. O Cruzeiro Internacional, ano III, n. 1, 1/1/1959, pp. 92-97. © Acervo Jornal Estado de Minas.

Passando a página, vemos outra foto marítima, uma a exibir uma estátua e, à direita, outra, com uma imagem famosa do bordel e bar Los Siete Espejos, no qual Larrain faria uma detida série de fotografias. “Valparaíso é um quadro saído da paleta de um pintor ingênuo”, escreve. Como se não bastasse, termina a matéria com uma aberta declaração de amor ao lugar: “Não é apenas uma das cidades mais belas do Chile e mais interessantes da América Latina; é também o mais belo poema entre o oceano Pacífico e os Andes”.

Muito ainda se poderia falar de suas fotorreportagens: das crianças correndo, desfocadas e eufóricas, na ilha de Chiloé, outro local que parece mágico para Larrain 18; da procissão da Virgem de Carmen, em que a luz das velas ilumina e revela os rostos de fiéis e, em seguida, em uma tomada de cima, transforma a procissão de pessoas em um grande e belo borrão 19; do movimento das ovelhas saltitantes e dos cavalos correndo em fila, na reportagem sobre Magallanes 20; das carcaças enferrujadas de barcos que se misturam à enferrujada paisagem da Patagônia chilena 21; das lhamas sentadas no meio da rua em Potosí e também de pé, encarando o fotógrafo 22. Há, certamente, outras conexões prováveis entre essas fotos e a vida e a obra de Sergio Larrain que morreram com ele e com outros envolvidos nessas histórias ou na própria O Cruzeiro Internacional.

Em um pequeno perfil da pintora chilena Carmen Silva 23, com quem tinha amizade, Larrain arrisca breve crítica de arte: “Sua pintura é como sua vida, vigorosa, vital e torturada, e lembra Van Gogh”. O mesmo poderia, talvez, ser dito da vida do fotógrafo. Em anotação sobre o dia a dia da artista, Larrain deixa entrever seus próprios desejos latentes, que apontam para a reclusão na qual mergulharia mais tarde ao optar pela via contemplativa: “Enxergamos nela algo que nós mesmos desejamos: passar o tempo sem horários estabelecidos, gozar das coisas simples, como o sol”. Nas fotos, a pintora, como Neruda, está quase sempre contemplando algo, o horizonte do mar visto de uma janela, os estudos a lápis para pinturas ou os filhos brincando. Na última imagem da matéria, a única em cores, Carmen encara diretamente a objetiva do fotógrafo; está sentada no chão, descalça.

NOTAS

1 - Costa, Helouise e Burgi, Sergio.. “Introdução”. In: Costa, Helouise e Burgi, Sergio (orgs.). As origens do fotojornalismo no Brasil: um olhar sobre O Cruzeiro, 1940-1960. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2012, p. 7. Para mais informações sobre a revista O Cruzeiro, ver esse catálogo.

2 - Paleólogo, Constantino. O Brasil na América Latina: uma experiência de jornalismo internacional. Rio de Janeiro: Edições O Cruzeiro, 1960, p. 14.

3 - Sobre isso, ver: Meyrer, Marlise Regina. “O imaginário pan-americanista e O Cruzeiro Internacional (1957-1965)”. Revista Tempo e Argumento, Florianópolis, v. 8, n. 17, jan./abr. 2016, pp. 154-179. “Em artigo publicado na edição comemorativa do primeiro aniversário de O Cruzeiro Internacional, Assis Chateaubriand escreveu: ‘[...] Nosso imperialismo não se choca com os vizinhos, é de uso doméstico, não dá medo de nada…’ A defesa explícita de um imperialismo brasileiro na América Latina, pelo proprietário da revista, e os discursos em prol da criação da edição internacional são esclarecedores acerca do modelo proposto, ou seja, a união hemisférica, sob a hegemonia econômica, política e cultural do Brasil em âmbito regional, e dos Estados Unidos em escala mundial.”

4 - Silva, Eugênio. “O Cruzeiro: por que acabou – depoimento”. Revista de Comunicação, ano 5, n. 20, 1989.

5 - Ver o verbete da revista no site do cpdoc-fgv, disponível em: www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-tematico/cruzeiro-o.

6 - Quijada, Gonzalo Leiva. Sergio Larrain: biografía, estética, fotografía. Santiago: Metales Pesados, 2012 (e-book).

7 - Em entrevista em abril de 1958, Larrain é apresentado como “colaborador de O Cruzeiro, mas tem o propósito de entrar para o grupo da Magnum”. Ibidem.

8 - Bolaño, Roberto. “Los personajes fatales”. In: bolaño, Roberto. Entre paréntesis. Barcelona: Anagrama, 2006, p. 260.

9 - Larrain, Sergio. “Sudáfrica reina en el mundo”. O Cruzeiro Internacional, ano iii, n. 6, 16.03.1959, pp. 48-51.

10 - Ver: Costa, Helouise e  Burgi, Sergio (orgs.), op. cit., p. 37.

11 - Larrain, Sergio. “El Atomium gana una guerra”. O Cruzeiro Internacional, ano iii, n. 2, 16.01.1959, pp. 20-25.

12 - Ver: Casadei, Eliza Bachega. “Las imágenes fotográficas de América Latina en O Cruzeiro Internacional”. Comunicación y Medios, Santiago, n. 29, 2014, pp. 37-51. “Havia, no projeto editorial de O Cruzeiro Internacional, uma intenção de mostrar que a cultura latino-americana estava em sintonia com as ideias de desenvolvimento econômico, material e cultural das civilizações de primeiro mundo. De modo que eram frequentes fotorreportagens que destacavam o crescimento urbano, industrial, científico e tecnológico da região. Nesse sentido, era comum encontrar fotos de indústrias, maquinário e laboratórios, que eram tidos como ícones de desenvolvimento e tecnologia.”

13 - Larrain, Sergio. “El mercado de las pulgas”. O Cruzeiro Internacional, ano iii, n. 7, 01.04.1959, pp. 76-81.

14 - Idem. “Santa Cruz de la Sierra”. O Cruzeiro Internacional, ano iii , n. 5, 01.03.1959, pp. 72-77.

15 - Idem. “La ciudad colgada en los cerros”. O Cruzeiro Internacional, ano iii, n. 1, 01.01.1959, pp. 92-97.

16 - Larrain, Sergio [fotos] e del Campo, Santiago [texto]. “Pablo Neruda y el mar”. O Cruzeiro Internacional, ano iii, n. 8, 16.04.1959, pp. 52-55.

17 - Segundo Gonzalo Leiva Quijada, Larrain se encarregou pessoalmente do leiaute dessa matéria. Ver: Quijada, Gonzalo Leiva. “Lights in the Labyrinth”. In: sire, Agnès (org.). Sergio Larrain: Vagabond Photographer. Nova York: Aperture, 2013, p. 348.

18 - Larrain, Sergio [fotos] e del Campo, Santiago [texto]. “Chiloé, isla de leyendas”. O Cruzeiro Internacional, ano ii , n. 22, 01.12.1958, pp. 48-53.

19 - Idem. “La tirana”. O Cruzeiro Internacional, ano i, n. 15, 01.11.1957, pp. 28-33.

20 - Idem. “Magallanes: donde el sur se hace nórdico”. O Cruzeiro Internacional, ano ii , n. 20, 01.11.1958, pp. 70-73.

21 - Idem. “El pie frío de América”. O Cruzeiro Internacional, ano ii, n. 21, 16.11.1958, pp. 38-45.

22 - Larrain, Sergio [fotos]; Tredinnick-abasto, Felipe [texto]. “Potosí”. O Cruzeiro Internacional, ano iv, n. 20, 16.10.1960, pp. 7-13.

23 - Larrain, Sergio. “El marco es una ventana”. O Cruzeiro Internacional, ano ii , n. 23, 16.12.1958, pp. 80-83.


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