Por dentro do Acervo
Mário de Andrade: “homem, simplesmente”
Em 25 de fevereiro de 2015 completaram-se 70 anos da morte de Mário de Andrade. Nesta carta ao historiador Francisco Iglésias, enviada a menos de dois meses de morrer e publicada pela primeira vez, o escritor paulista defende o conceito de “homem, simplesmente”, inspirado no amigo mineiro.
Drummond, sem adjetivos inúteis
A biblioteca de Carlos Drummond de Andrade nos diz muitas coisas. A mais óbvia: os livros que você reúne espelham suas predileções e, portanto, dão indícios de quem você é. Depois, um livro nunca é órfão. Exemplares têm nome, sobrenome, filiação, data, contexto. Livros têm história.
Antonio Maria por Paulo Mendes Campos
Dez anos após a morte do compositor e cronista, Paulo Mendes Campos publicou na revisa Manchete uma homenagem a quem chamava de “menino gordo que transpirava inacreditável quantidade de líquido e de tudo o mais que existia dentro dele: lirismo, senso cômico, irrisão, ternura, raivas, saudade, gula, inteligência, sofreguidão”.
