Por dentro do Acervo
Alécio e sua “big ternura pela vida”
Amizades verdadeiras podem começar ao acaso e foi assim que, em 1964, Carlos Drummond de Andrade, ao visitar a exposição Itinerário da infância, ficaria encantado com o trabalho do jovem fotógrafo Alécio de Andrade. Em 1979, o poeta presenteou o amigo com o poema O que Alécio vê.
Cartas de estimação de Carlos Drummond de Andrade
Preocupado com a recepção dos seus poemas publicados em O Estado de S. Paulo, Carlos Drummond de Andrade enviou a Decio de Almeida Prado, então diretor do Suplemento Literário do jornal, cartas sugerindo a mudança de certas palavras que poderiam chocar os leitores da época.
