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Festival serrote 2020

Conversas para abrir cabeças

Atividade

Debates com autores brasileiros e estrangeiros + serrote ao vivo

Quando

13/3/2020: serrote ao vivo às 20h 14/3/2020: debates às 15h, às 17h e às 19h

Entrada gratuita

Lugares limitados. Mais informações em Como participar

IMS Paulista

Cineteatro
Avenida Paulista, 2424
São Paulo/SP

Festival serrote 2020

A revista de ensaios do IMS apresenta a terceira edição do Festival serrote, evento anual que reúne escritores, jornalistas, pesquisadores e artistas para apresentações e debates sobre política, cultura e sociedade e uma sessão da serrote ao vivo com leituras, música e artes visuais.


Programação

Sexta, 13/3

Às 20h - serrote ao vivo

Antonio Obá + Guilherme Freitas + Hurtmold + Juliana Borges + Luiz Antonio Simas + Rony Maltz + Stephanie Borges

Uma edição especial da serrote concebida para o palco, com leituras, música, performances e artes visuais.


Sábado, 14/3

Às 15h - Contra a intolerância religiosa

Henrique Vieira + Luiz Antonio Simas. Mediação: Stephanie Borges.

Um pastor evangélico progressista e um historiador versado nas culturas populares debatem o lugar da fé na vida pública, em meio ao avanço da perseguição contra religiões de matriz africana no Brasil.

Às 17h - Fascismo e antifascismo

Celso Rocha de Barros + Jason Stanley. Mediação: Fernando Barros e Silva

A ascensão global da extrema-direita e as reações possíveis a ela são o mote deste encontro entre um sociólogo brasileiro e um filósofo americano que denunciam a corrosão da democracia no século 21.

Às 19h - Histórias negras

Ana Maria Gonçalves + Nikole Hannah-Jones. Mediação: Flávia Oliveira

Uma conversa sobre como lidar com os legados da escravidão,reunindo a autora do grande romance brasileiro sobre o tema e a jornalista americana que vem mudando a forma como seu país discute o racismo.


Sobre os participantes

Ana Maria Gonçalves (Iniá/MG, 1970) é escritora e autora de Um defeito de cor (Civilização Brasileira, 2006), romance histórico inspirado na figurade Luísa Mahin, líder de revoltas de africanos escravizados no Brasil no início do século 19 e mãe do poeta abolicionista Luís Gama.

Antonio Obá (Celiândia/DF, 1983) é artista plástico e autor de performances, pinturas, instalações e esculturas que investigam a religiosidade, o corpo, a memória e as relações raciais no Brasil.

Celso Rocha de Barros (Rio de Janeiro, 1973) é doutor em sociologia pela Universidade de Oxford e colunista da Folha de S.Paulo.

Fernando Barros e Silva é repórter da revista Piauí, da qual foi diretor de redação, e apresentador do podcast Foro de Teresina.

Flávia Oliveira (Rio de Janeiro, 1969) é jornalista, colunista do jornal O Globo e comentarista na Globo News e na Rádio CBN.

Guilherme Freitas (Rio de Janeiro, 1983) é editor-assistente da revista serrote e professor no curso de Jornalismo da ESPM-Rio.

Henrique Vieira (Niterói/RJ, 1987) é pastor da Igreja Batista do Caminho, ator e escritor. Foi vereador e é autor do livro O amor como revolução (Objetiva, 2019), adaptado para o teatro.

A banda Hurtmold é um dos destaques do rock instrumental no país. Criada em 1998, em São Paulo, é formada por Fernando Cappi (guitarra), Guilherme Granado (teclados, eletrônicos e vibrafone), Marcos Gerez (baixo), Mário Cappi (guitarra), Mauricio Takara (bateria e trompete) e Rogério Martins (percussão e clarone).

Jason Stanley (Syracuse/EUA, 1969) é professor no Departamento de Filosofiade Yale. Especializado em filosofia da linguagem e epistemologia, vem estudando as formas de propaganda política e a ascensão da extrema-direita nos EUA e no mundo. É autor de How Propaganda Works (2015) e Como funciona o fascismo – A política do “nós” e“eles” (L&PM, 2018).

Juliana Borges (São Paulo, 1982) é escritora e pesquisadora em estudos da violência.É consultora do Núcleo de Enfrentamento, Monitoramentoe Memória de Combate à Violência da OAB-SPe conselheira da Plataforma Brasileira de Política de Drogas.É autora de Encarceramentoem massa (Pólen, 2019), livro publicado na Coleção Feminismos Plurais.

Luiz Antonio Simas (Rio de Janeiro, 1967) é um historiador que se dedica sobre tudo às culturas populares do Brasil. É autor de, entre outros livros, O corpo encantado das ruas (Civilização Brasileira, 2019), Dicionário de história social do samba (José Olympio, 2015), com Nei Lopes, e Fogo no mato: a ciência encantada das macumbas, com Luiz Rufino (Mórula, 2018).

Nikole Hannah-Jones (Waterloo/EUA, 1976) é jornalista da The New York Times Magazine. Bolsista da MacArthur Foundation em 2017, coordenou, em 2019, o 1619 Project, conjunto de ensaios que discute as heranças da escravidão na culturae na vida pública americana, tomando como marco o ano em que, há quatro séculos, chegaram ao país os primeiros escravizados.

Rony Maltz (Rio de Janeiro, 1983) é artista visual, professor e editor-assistente da revista ZUM. Mestre em fotografia pelo ICP-Bard College, é criador do selo {Lp} press, especializado na edição e produção de livros de fotografias.

Stephanie Borges (Rio de Janeiro, 1984) é poeta e tradutora. É autora do livro Talvez precisemos de um nome para isso (CEPE, 2019) e já traduziu obras de Audre Lorde, bell hooks e Claudia Rankine, entre outras.


Como participar

Entrada gratuita. Evento sujeito à lotação do espaço.
Capacidade do cineteatro: 145 lugares.

13 de março de 2020
Distribuição de senhas 60 minutos antes do evento.
Limite de 1 senha por pessoa.

14 de março de 2020
Distribuição de senhas para todas as mesas a partir das 10h.
Limite de 1 senha por pessoa.


Na loja do IMS


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