Samba do Congo

Show

Com o grupo Samba do Congo
Parte da série Rodas de samba e choro

Quando

24 de junho de 2018, domingo, às 16h

Entrada gratuita

Lugares limitados. Evento sujeito à lotação. 

IMS Paulista

Térreo
Avenida Paulista, 2424
São Paulo/SP


Sobre a atividade

Sediado nos bairros de Morro Grande, na Zona Norte da capital, o Samba do Congo promove há anos encontros semanais de compositores, além de um cordão carnavalesco, com o objetivo de resgatar a raiz do samba paulista e a cultura afro-brasileira e, ao mesmo tempo, estimular novos criadores. O grupo lançou seu primeiro disco há dois anos, Nossa quebrada, que traz, além de sambas, misturas com outros gêneros, como samba-rock e rap.

Este evento faz parte da série de rodas de samba e choro no IMS Paulista, que ocorrem todo último domingo do mês.


Como participar

Entrada gratuita. Lugares limitados. Evento sujeito à lotação.

Ordem de chegada, não haverá distribuição de senhas.

150 pessoas em pé + 30 lugares sentados (público preferencial).

 


Sobre o grupo

A Frente de Resistência Cultural Samba do Congo Morro Grande teve seu início em 09 de abril de 2011, com objetivo de difundir, valorizar e incentivar a arte por meio da composição musical, em especial do samba autêntico, resgatando a raiz do samba paulista e a cultura afro-brasileira, promovendo assim a inserção social e cultural por meio da história deste gênero genuinamente brasileiro.

Participam do show no IMS:
Fernando Ripol (cavaco)
Alexandre Mandinho (pandeiro)
Marcio Bonfim (rebolo)
Gordo Ferreira (surdo)
Ricky Zuchette (percussão geral)
Nado Vila Maria (percussão geral)
Cassia Azevedo (clarinete)
Ricardo Santos (violão)
Vitinho da Cuíca (cuíca)
Lu Poesia (coral / ganzá)
Giovanna Fernanda (coral / ganzá)
Laura Guellere (coral / ganzá)

Discografia

Gravado entre setembro e novembro de 2016, o primeiro CD do Samba do Congo, intitulado Nossa Quebrada, traz obras de novos compositores da cena paulista, além de composições da velha guarda do samba paulistano. A pureza e a verdade das letras e melodias, contam histórias e vivências de uma maneira agradável e ímpar, fazendo com que ao ouvir a primeira faixa, desperte no ouvinte vontade de ouvir a faixa seguinte e assim sucessivamente.

Para além de um registro fonográfico, o disco Nossa Quebrada retrata experiências e histórias, vividas e vivenciadas por pessoas reais e afirma de maneira concreta, as possibilidades e conquistas que o incentivo à cultura proporciona, já que os compositores do Samba do Congo são pessoas comuns, que vivem no dia a dia, todas as angústias, alegrias e agruras comuns na vida de todos e que em sua maioria nunca tinham composto ou gravado antes.


Vídeos relacionados

Todo último domingo do mês, o IMS Paulista promove rodas de samba e choro. Na primeira edição, a apresentação ficou por conta do Clube do Choro de São Paulo.