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Tom Veloso canta Gilberto Gil

O músico Tom Veloso. Foto de Fernando Young

Adiado por causa das chuvas do início de fevereiro no Rio, o show ‘Tom Veloso canta Gilberto Gil’ foi reprogramado para o fim de tarde do domingo 8 de março, no IMS Rio. É parte da série gratuita – e ao ar livre – ‘Música no Jardim’, idealizada pelo jornalista Leonardo Lichote e que prevê seis apresentações ao longo de 2020, sempre às 17h.

O projeto foi inaugurado no domingo 16 de fevereiro com o show Mart’nália canta Martinho da Vila.

A ideia é trazer artistas de diferentes gerações para traçar um panorama afetivo da história da Música Popular Brasileira.

Será sempre uma visita de um artista à obra de outro – como diálogo, como tributo, como desafio. O jardim do Instituto Moreira Salles servindo de palco às releituras inéditas – ou já lapidadas pela intimidade do intérprete com o repertório. Surpresa e celebração. Criação e memória.

O formato dos shows pode ir do voz-e-violão até o quarteto eletrificados, sempre levando em conta as dimensões e características intimistas do espaço que combina o paisagismo de Roberto Burle Marx com a arquitetura moderna de Olavo Redig de Campos.

Em caso de chuva o evento será adiado e uma nova data será divulgada.
Por favor, consultar o site e as redes sociais do IMS no dia do evento.


Vídeo


Como participar

Quando
8 de março de 2020, domingo, às 17h

Entrada gratuita. Evento sujeito à lotação do espaço.
Ordem de chegada, sem distribuição de senhas.

Em caso de chuva o evento será adiado e uma nova data será divulgada.


Música no jardim

A série de shows gratuitos ao ar livre no IMS Rio, com curadoria e idealização do jornalista Leonardo Lichote, prevê seis apresentações ao longo de 2020, sempre às 17h. A idéia é trazer artistas de diferentes gerações para traçar um panorama afetivo da história da Música Popular Brasileira.

Será sempre uma visita de um artista à obra de outro – como diálogo, como tributo, como desafio. O jardim do Instituto Moreira Salles servindo de palco às releituras inéditas – ou já lapidadas pela intimidade do intérprete com o repertório. Surpresa e celebração. Criação e memória.

O formato dos shows pode ir do voz-e-violão até o quarteto eletrificados, sempre levando em conta as dimensões e características intimistas do espaço que combina o paisagismo de Roberto Burle Marx com a arquitetura moderna de Olavo Redig de Campos.


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