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Sem passarinhos

09 de outubro de 2015

Nos álbuns de família as crianças estão quase sempre felizes. A infância, em geral, sai bem na foto que os pais deixam para a posteridade, ainda que em evidentes flagrantes de alegria forjada nos pequenos. Vale qualquer macaquice, caretas, dancinhas, som de galope da língua no céu da boca, olha o passarinho, xis!

O instantâneo da inocência – ou da perda dela – vira documento de época quando o universo lírico da criança ganha olhar investigativo do comportamento humano no que ele tem de mais puro: captada espontaneamente, a meninice adquire expressão capaz de identificar tempo, espaço e circunstâncias do registro fotográfico.

Espírito lúdico, marcas do abandono, prazer e dor sem filtros se juntam nesta linha do tempo tecida nos acervos do IMS com obras de – pela ordem cronológica invertida de entrada em cena (1975-1885) – Alécio de Andrade, Madalena Schwartz, Otto Stupakoff, Chico Albuquerque, Maureen Bisilliat, Alice Brill, Haruo Ohara, Henri Ballot, José Medeiros, Peter Scheier, Thomaz Farkas, Hildegard Rosenthal, Martín Chambi, Vincenzo Pastore, P. Gavelle e Marc Ferrez. Ou seja, não é brincadeira.

 

Alécio de Andrade (1975)

 

Madalena Schwartz (1975)

 

Otto Stupakoff (1968)

 

Chico Albuquerque (1964)

 

Maureen Bisilliat (1963)

 

Alice Brill (1957)

 

Haruo Ohara (1955)

 

José Medeiros (1955)

 

Henri Ballot (1952)

 

Peter Scheier (1950)

 

Thomaz Farkas (1941)

 

Hildegard Rosenthal (1940)

 

Martín Chambi (1924)

 

P. Gavelle (1918) – Conde d’Eu e neto D. João Maria de Orleans e Bragança, Castelo d’Eu – Normandia

 

Vincenzo Pastore (1908)

 

Marc Ferrez (1885)

 

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