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Mostra Da minha quebrada

A mostra Da minha quebrada traz o olhar de dez fotógrafes para a sua própria comunidade. Ao contrário da visão estrangeira, esses pequenos ensaios, compostos, cada um, por três fotos, registram uma representação própria de quem é parte do contexto fotografado. Por isso mesmo, cada imagem está carregada de memória e afetos diversos. De uma certa forma, esse conjunto de fotografias se apresenta como uma forma de redistribuir gravidades e demarcar novos centros. A nossa casa/comunidade é o centro do mundo. É a partir do lugar de onde viemos que temos chaves de entendimento do todo.

 

Bárbara Conceição
Tem 35 anos e é moradora da Mustardinha desde que nasceu. Também morou no Ninho das Cobras e Lagoa do Náutico, e está de volta a Recife depois de seis anos no agreste. É fotógrafa, feminista, estudante e entusiasta da comunicação popular e da comunicação como ferramenta de libertação, acesso e permanência.

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Comunidade Mustardinha. Foto de Bárbara Conceição
Comunidade Mustardinha. Foto de Bárbara Conceição
Comunidade Mustardinha. Foto de Bárbara Conceição

 

Carol Alves
Nascida e criada no Morro da Conceição (Recife, PE), desde criança é bem ativa nas causas sociais e humanitárias relacionadas à periferia. Com formação técnica em recursos humanos e recém graduada em Jornalismo, desenvolve atividades como produtora de conteúdo, assessora de imprensa e gerenciamento de mídias.

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Comunidade Morro da Conceição. Foto de Carol Alves
Comunidade Morro da Conceição. Foto de Carol Alves
Comunidade Morro da Conceição. Foto de Carol Alves

 

Fran Silva
Educadora popular e comunicAtivista. Trabalha a fotografia, o cinema e as redes sociais como ferramentas de denúncia, defesa e lugar de fala. Constrói a Ação Comunitária Caranguejo Uçá, núcleo de comunicação situado na Ilha de Deus, um território pesqueiro. Também faz parte da RENFA como ativista e redutora de danos.

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Comunidade Ilha de Deus. Foto de Fran Silva
Comunidade Ilha de Deus. Foto de Fran Silva
Comunidade Ilha de Deus. Foto de Fran Silva

 

Joy Thamires
Tem 26 anos, é poetisa e escritora. Tem dois livretos publicado: Fiz da minha senzala poesia e da minha poesia meu jardim e Terra Negra. Mora na periferia de Recife, Ibura. Não é poeta só nas letras, também recita com os olhos.

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Comunidade Ibura. Foto de Joy Thamires

 

 

Comunidade Ibura. Foto de Joy Thamires

 

 

Comunidade Ibura. Foto de Joy Thamires

 

Júnior Silva
Tem 25 anos, é cria do Ibura e protesta através da arte. Caranguejo urbano, grafiteiro, ator, fotógrafo, professor de Educação Física e comunicador periférico na Agência de Notícias das Favelas e Frente Favela Brasil. "Como semente", declara, "reconheço a luta dos meus e sigo adiante, voando alto sem esquecer minhas raízes."

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Comunidade Ibura. Foto de Júnior Silva
Comunidade Ibura. Foto de Júnior Silva
Comunidade Ibura. Foto de Júnior Silva

 

Kayo na Real
Realiza, desde 2014, trabalhos com fotografia e vídeo dentro dos terreiros de Candomblé e Jurema Sagrada. É militante do Coletivo Fala Alto, que desenvolve um trabalho político e cultural nas comunidades do Alto Santa Terezinha e Alto do Pascoal. Participou em 2019 das exposições coletivas Olhares negrxs sobre a Jurema Sagrada, no FIG e Museu Murilo La Greca, e Afrografia, no Museu da Abolição, no Recife.

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Comunidade Alto Santa Terezinha. Foto de Kayo na Real
Comunidade Alto Santa Terezinha. Foto de Kayo na Real
Comunidade Alto Santa Terezinha. Foto de Kayo na Real

 

Larissa Batista
"Sou uma mulher preta, pobre filha do mar e do céu azul escaldante da zona da mata sul canavieira", declara Larissa Batista. "Tenho muitos sonhos, um deles é transformar minha realidade fadada ao coronelismo em um lugar melhor, com sua cultura e identidade. Não tenho câmera profissional, apenas minha visão apaixonada pelos lugares e pessoas, sobretudo trabalhadoras e trabalhadores das águas, dos campos e das florestas."

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Comunidade São José da Coroa Grande. Foto de Larissa Batista
Comunidade São José da Coroa Grande. Foto de Larissa Batista
Comunidade São José da Coroa Grande. Foto de Larissa Batista

 

Priscila Melo
Fotógrafa e estudante. Integra alguns coletivos com pautas raciais, sociais e artísticas. Em suas próprias palavras: "Mulher preta na correria desde sempre! Calma que nem uma bomba."

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Comunidade Água Fria. Foto de Priscila Melo
Comunidade Água Fria. Foto de Priscila Melo

 

 

 

 

 

Comunidade Água Fria. Foto de Priscila Melo

 

Sérgio Ricardo
Estudante de Letras – Português e Inglês. Nasceu em João Pessoa (PB), mas logo cedo para a “terra dos poetas”, São José do Egito (PE), onde se formou em poesia. Atua como produtor cultural e audiovisual.

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Comunidade Portelinha. Foto de Sérgio Ricardo
Comunidade Portelinha. Foto de Sérgio Ricardo
Comunidade Portelinha. Foto de Sérgio Ricardo

 

Tayná Nunes
Formada em Comunicação Social na UFPB, com habilitação em Rádio e TV. A arte sempre teve presença marcada em sua vida, e as questões sociais ganharam espaço com o tempo. Aliou-as à paixão pela arte para poder colaborar de alguma forma para a sociedade e a região a que pertence.

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Comunidade São Lourenço. Foto de Thayná Nunes
Comunidade São Lourenço. Foto de Thayná Nunes
Comunidade São Lourenço. Foto de Thayná Nunes

Artistas do Coquevídeo

Mais sobre o Programa Convida
Artistas e coletivos convidados pelo IMS desenvolvem projetos durante a quarentena. Conheça os participantes:

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