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A representação do negro nas artes gráficas

O quadrinista Marcelo D'Salete e o pesquisador Nobu Chinen debatem o racismo e a representação do negro na história das artes gráficas no Brasil, a partir da obra de J. Carlos. Mediação de Guilherme Freitas. O evento é parte da programação relacionada à exposição J. Carlos: Originais.

Vinheta de J.Carlos publicada na revista Careta, 1947. Original em grafite, nanquim e guache sobre papel. Coleção Eduardo Augusto de Brito e Cunha / Acervo IMS
Vinheta de J.Carlos publicada na revista Careta, 1947. Original em grafite, nanquim e guache sobre papel. Coleção Eduardo Augusto de Brito e Cunha / Acervo IMS

Como participar

Quando
5 de novembro de 2019, terça, às 19h

Entrada gratuita. 40 lugares.

Distribuição de senhas 60 minutos antes do evento. Limite de 1 senha por pessoa.


Sobre os participantes

Marcelo D’Salete (São Paulo, 1979)
Professor e ilustrador, é autor de quadrinhos e romances gráficos que retratam a violência e o racismo nas cidades brasileiras, como Encruzilhada (Veneta, 2016), e a resistência negra contra a escravidão no país – Cumbe (Veneta, 2014) e Angola Janga: uma história de Palmares (Veneta, 2017). Vencedor em 2018 do Eisner, o principal prêmio para histórias em quadrinhos, com a edição americana de Cumbe.

Nobu Chinen (São Paulo, 1961)
Publicitário e professor da Escola de Comunicação da UFRJ. Pesquisador de histórias em quadrinhos é autor de O negro nos quadrinhos do Brasil (Peirópolis, 2019), livro em que trata da construção da imagem do negro nas narrativas gráficas e coautor de Enquadrando o real: ensaios sobre quadrinhos (auto) biográficos, históricos e jornalísticos (Criativo, 2016).


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A série Conversas na galeria promove o encontro de críticos, professores e especialistas com o público nos espaços expositivos do IMS, estimulando o debate em contato direto com as obras de arte.


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