Flieg. Tudo que é sólido
Hans Gunter Flieg trabalhou como fotógrafo em São Paulo de 1945 até a década de 1980, com foco em fotografia industrial, publicitária, arquitetônica e artística, sempre com alto rigor formal. Esta exposição celebra o centenário do fotógrafo com 108 obras de parede e cerca de 50 originais em vitrines, incluindo calendários, impressos, álbuns e câmeras. As obras estão organizadas nos núcleos Arquitetura Industrial, Indústria e Produto e Publicidade, destacando a associação de Flieg com a escola alemã da Nova Objetividade.
Online expoflieg.ims.com.br | #FliegIMS
Imprensa (11) 3371-4455 | [email protected]
Curadoria
Sergio Burgi
Assistente de curadoria
Mariana Newlands
Flieg. Tudo que é sólido
2/9/2026 a 28/2/2027
SESI Lab
SCTS Lote 1 - Brasília / Distrito Federal - Brasil
Mais informações no site do SESI Lab ►
Flieg. Tudo que é sólido
22/8/2023 a 25/2/2024
IMS Paulista
Avenida Paulista, 2424, São Paulo/SP - Brasil
Entrada gratuita. Terça a domingo e feriados das 10h às 20h (fechado às segundas). Última admissão: 30 minutos antes do encerramento.
Mais sobre o IMS Paulista ►
Tour virtual - IMS Paulista
Neste tour virtual, o público pode visitar a exposição de onde estiver e explorar o conteúdo exposto de várias maneiras, usando o computador ou o celular, com opção para óculos de realidade virtual.
Montagem da exposição - IMS Paulista
Preparamos recursos de Acessibilidade para uso por pessoas com ou sem deficiência, em páginas que facilitam o acesso por leitores de tela. Para Flieg. Tudo que é sólido temos videoapresentação feita pelo curador com legendas em português e inglês e interpretação em Libras, audiodescrições de algumas obras e transcrições de textos da exposição.
Online
Por dentro das exposições - Flieg. Tudo que é sólido
17/10/2023
São Paulo
Hans Gunter Flieg por Marcio Seligmann-Silva | Conversas na galeria
IMS Paulista | 21/2/2024
Encontro de Formação | Exposição Flieg. Tudo que é sólido
IMS Paulista | 2/9/2023

Hans Gunter Flieg, nascido na Alemanha em 1923, emigrou para o Brasil aos 16 anos com sua família judaica para escapar do regime nazista. Estabelecido em São Paulo, a partir de 1945 tornou-se um dos principais documentadores do explosivo desenvolvimento industrial e urbanístico que transformou a cidade em meados do século XX. Lançando seu olhar rigoroso – com influências marcadas da Bauhaus e do grupo alemão Nova Objetividade – sobre instalações industriais, edifícios, interiores e objetos, tensionou muitas vezes a fronteira entre a objetividade da fotografia documental e o refinamento formal que ambiciona transformar a imagem em abstração.
