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Johann Moritz Rugendas

Johann Moritz Rugendas (1802– 1858), artista alemão, integrou a expedição científica organizada pelo Barão Langsdorff. Esteve no Brasil entre 1821 a 1824 e fez incursões às províncias de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Entre 1827 e 1835, publicou a obra “Voyage Pittoresque dans le Brési”, editado em Paris pela Casa Engelmann & Cie, com cem estampas de sua autoria acompanhadas por textos explicativos.


Walther Moreira Salles

O acervo, que reflete a trajetória pessoal e institucional de Walther Moreira Salles, abrange um período de aproximadamente 100 anos (1905-2006) e reúne quase 30 mil itens, entre documentos textuais, coleção de livros e revistas; aproximadamente 5 mil fotografias e 100 objetos.


O retratista de Diamantina

Negros, brancos, pobres, ricos, homens, mulheres, crianças, idosos. Todos, sem distinção, ganharam do fotógrafo Chichico Alkmim o mesmo olhar cuidadoso, perfeccionista, que criava e recriava ângulos, enquadramentos, figurinos, luz e cenários em busca da melhor composição. (Mànya Millen)


Pampulha: Gautherot e Farkas

Declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 2016, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha – obra de Oscar Niemeyer em Belo Horizonte – está documentado em três séries fotográficas nos acervos de Marcel Gautherot e Thomaz Farkas, na Reserva técnica do IMS.


O resgate de Chichico Alkmim

A fascinante obra do mineiro Chichico Alkmim, pioneiro da fotografia em Diamantina (MG), acaba de chegar ao IMS: são 5.549 negativos de vidro com imagens cristalinas da primeira metade do século XX.