Desempenhou papéis memoráveis ao longo de uma trajetória de ator que reflete a evolução do movimento teatral no país: “Teatro é amor”, costumava dizer sem qualquer sentimentalismo e muito profissionalismo esse ex-advogado que foi empresário e brilhou nos palcos brasileiros.
Responsável pela mudança da feição da crítica teatral no Brasil por meio da reflexão sobre o teatro no país entre as décadas de 1930 e 1940, atraiu, como editor do periódico Clima, nomes expressivos da cultura brasileira que formaram toda uma geração também chamada de Clima.
Dentre os espetáculos de grande sucesso de Paulo Autran estão o monólogo “Quadrante”, com interpretação de poemas brasileiros, crônicas e textos de peças em que ele tinha atuado, e “O céu tem que esperar”, de Paul Osborn.
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