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No domingo do 2º turno das eleições (29/11), o IMS Paulista e o IMS Rio estarão fechados ao público. O IMS Poços abrirá normalmente.

Ocupação Eduardo Coutinho

Exposição

10/10/2020 a 21/2/2021

IMS Rio

Galeria principal
Rua Marquês de São Vicente, 476 - Gávea, Rio de Janeiro/RJ

Visitação

Entrada gratuita, com agendamento prévio. Mais informações abaixo.

A exposição apresenta a trajetória de Eduardo Coutinho, sua obra e seu processo de criação. Rico material audiovisual somado a documentos, objetos e fotografias de seu acervo pessoal e de amigos e colegas de profissão, ajudam a conhecer e relembrar o cineasta. Concebida e apresentada pelo Itaú Cultural em São Paulo, a mostra chega ao Rio de Janeiro, onde ganha uma nova expografia e uma programação de atividades paralelas.

A Ocupação Eduardo Coutinho aconteceu no Itaú Cultural (SP) de 2/10 a 24/11/2019.

Curadoria
Carlos Alberto Mattos e equipe Itaú Cultural
Online
ocupacaocoutinho.ims.com.br
#OcupacaoCoutinho

Eventos paralelos

Para início de conversa
O documentário Últimas conversas, de Eduardo Coutinho, esteve disponível na íntegra nesta página entre 5/10 a 10/10, quando foi tema de conversa online reunindo Carlos Alberto Mattos, Jordana Berg e João Moreira Salles. O evento celebrou a abertura da exposição.

Montagem da exposição

Enquanto os visitantes do IMS Rio aproveitam os jardins e o café e restaurante do instituto, dentro da casa o movimento é intenso. Depois de quase sete meses fechadas ao público, as salas de exibição serão reabertas no dia 10 de outubro, com a mostra Ocupação Eduardo Coutinho. Nessas fotografias de Laura Liuzzi realizadas entre os dias 25 e 29 de setembro, é possível ver a exposição ganhando forma, com o trabalho dos profissionais envolvidos na montagem. Cartazes, fotografias, objetos pessoais, anotações do cineasta e farto material audiovisual compõem a Ocupação Eduardo Coutinho, que se espalhará por cinco salas e contará a trajetória de um dos maiores documentaristas brasileiros, autor do filme-marco do gênero no país, Cabra marcado para morrer.

Da montagem à exposição

Seis meses depois de ter as atividades suspensas pela pandemia, o IMS Rio retomou os trabalhos para receber a Ocupação Eduardo Coutinho. Este vídeo de Laura Liuzzi acompanha a trajetória da exposição do início da montagem até a abertura ao público.

Nas galerias

Palavra do curador

Carlos Alberto Mattos destaca itens que o ajudaram a compreender o processo de trabalho de Eduardo Coutinho, como cadernos de notas, projetos de filme e a cadeira utilizada pelo diretor, em vídeo de Laura Liuzzi.

Coutinho como nunca antes

Carlos Alberto Mattos

Não chegamos a ser propriamente amigos, mas minha relação com a obra de Eduardo Coutinho é intensa. Começou em 1984, quando assisti à consagração de Cabra Marcado para Morrer no FestRio. Foi a partir dali que procurei conhecer seus muito diferentes filmes anteriores, longas de ficção e programas do Globo Repórter. Passei a acompanhar sua carreira, mesmo durante os 14 anos em que ela esteve restrita a um certo nicho, antes do revival com Santo Forte.

Coutinho em foco

Visitação

Entrada gratuita, com agendamento prévio.
10/10/2020 a 21/2/2021

Terça a sexta, 12h30 às 16h30. Sábado, domingo e feriados (exceto às segundas), 10h às 15h.
Tempo máximo de permanência em cada visita: 1 hora para o jardim e 1 hora para exposições.
O centro cultural funcionará com capacidade reduzida, para que o distanciamento seja respeitado.

IMS Rio
Galeria principal
Rua Marquês de São Vicente, 476
Gávea - Rio de Janeiro/RJ

Contato
(21) 3284-7400
imsrj@ims.com.br
Imprensa
(11) 3371-4455
comunicacao@ims.com.br

Sobre Eduardo Coutinho

Eduardo Coutinho (1933-2014) começou na ficção, como roteirista (A falecidaGarota de IpanemaLição de amorDona Flor) e diretor (O homem que comprou o mundoFaustão). Foi parar no documentário pelos caminhos da TV, realizando programas desbravadores pelo interior do Brasil para o Globo Repórter. Consagrou-se no gênero em 1985 com a retomada em forma documental de um projeto ficcional abortado pelo golpe militar de 1964: Cabra marcado para morrer é considerado um marco do cinema brasileiro e mundial. Em 1999, aos 66 anos, experimentou com Santo forte um novo renascimento criativo que deu origem a uma sucessão de grandes filmes: Babilônia 2000Edifício MasterPeõesO fim e o princípioJogo de cenaMoscouAs cançõesUm dia na vida. Seu último trabalho foi finalizado por João Moreira Salles, ganhou o nome de Últimas Conversas e foi lançado em 2015 no festival É Tudo Verdade.



Sete faces de Eduardo Coutinho, livro do crítico Carlos Alberto Mattos (cocurador da Ocupação Eduardo Coutinho), traça uma análise completa da obra do cineasta. O autor mergulhou no acervo pessoal de Coutinho, sob a guarda do IMS, e de lá emergiu com informações valiosas que ajudam a entender o homem e seu método de trabalho, além de trazer à tona projetos inéditos.

O livro é publicado pelo IMS em parceria com o Itaú Cultural e a editora Boitempo (R$59 na loja física do IMS Rio).


Lembranças de Eduardo Coutinho


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Itinerário da exposição

São Paulo, Brasil
Ocupação Eduardo Coutinho
Itaú Cultural
2/10 a 24/11/2019


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