Por Dentro do Acervo
Coreia, 1951
Uma das facetas do fotógrafo Luciano Carneiro, morto em 1959 aos 33 anos, é a de correspondente de guerra, representada por seu trabalho no conflito da Coreia no início dos anos 1950 e apresentada aqui em texto de Sergio Burgi e Samuel Titan Jr. retirado de um dos livros da caixa A hora e o lugar.
O Paço, a praça e o morro
As intervenções urbanas que mudaram o Centro do Rio de Janeiro entre o fim do século XIX e as primeiras décadas do século XX, culminando na remoção total do Morro do Castelo, marco de nascimento da cidade, estiveram no foco de exposição no Paço Imperial em 2016. A mostra reuniu 200 imagens do acervo do IMS, documentadas por grandes nomes da fotografia como Marc Ferrez, Augusto Malta, Guilherme Santos e Georges Leuzinger, entre outros.
Território Rocinha
A originalidade do processo de elaboração de mapas, vídeos, fotografias e relatos sonoros para o projeto Memória Rocinha esteve em pauta na programação preparada pelo IMS para a 14ª Semana de Museus promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus. Uma das particularidades do projeto, que em junho lançará um webmapa detalhado sobre referências territoriais e de identidade da Rocinha, é o uso da fotografia comparativa.
As mil faces de Burle Marx
Muito além dos jardins, o grande paisagista brasileiro expõe sua arte multifacetada em Nova York. Confira aqui algumas das mil faces de Burle Marx fotografado por Marcel Gautherot, Alice Brill, Chico Albuquerque, José Medeiros e Carlos Moskovics, no conjunto da obra sob a guarda do IMS.
Memória viva do samba
Celebridade da Velha Guarda da Portela, o cantor e compositor Monarco esteve na Reserva Fotográfica do IMS Rio em missão de resgate da história do samba: identificar personagens fotografados por Marcel Gautherot no final dos anos 1950 nos ensaios de quadra da sua azul e branco, do Salgueiro e da Mangueira.
Abstrações de Haruo
Raras fotografias abstratas de Haruo Ohara evidenciam que a essência da linguagem fotográfica reside tanto no olhar do autor como no diálogo que o fotógrafo estabelece consigo mesmo no isolamento do laboratório, onde suas visões materializam-se expressando formas, texturas, luzes e cenários de seu mundo particular.
Ao Alécio tudo ou nada?
Pelas lentes de Alécio de Andrade, o universo lúdico da infância desperta no olhar adulto o que Carlos Drummond de Andrade chamou nos anos 1960 de “uma big ternura pela vida”. É por isso que neste 29 de abril, data de nascimento do fotógrafo, apresentamos uma pequena mostra do seu dom de captar o mundo particular das crianças. Hoje a festa é delas!
