Eduardo Coutinho – Cronologia
CRONOLOGIA O percurso de Coutinho é marcado ainda por várias curiosidades. Quando estudante de cinema em Paris dirigiu uma peça de teatro (sua única vez na direção teatral), Pluft, o […]
CRONOLOGIA O percurso de Coutinho é marcado ainda por várias curiosidades. Quando estudante de cinema em Paris dirigiu uma peça de teatro (sua única vez na direção teatral), Pluft, o […]
O IMS lança no dia 6/10 o ebook O primeiro cabra, com o roteiro original e digitalizado de Cabra marcado para morrer, de Eduardo Coutinho (em destaque na foto que mostra cena do filme). No mesmo dia, será apresentada no site do instituto a página de autor de Coutinho. Para marcar a ocasião, o documentário de 1985 ganha exibições nos cinemas do IMS Rio e IMS Paulista.
No centenário de nascimento de Otto Lara Resende (em 1/5), várias homenagens celebram o jornalista e escritor que brilhou tanto na vida pessoal quanto profissional. Helena Lara Resende e Marcos Ribeiro finalizam o documentário Otto, de trás para diante, Elvia Bezerra organiza uma coletânea de cartas a seis amigos, e Amir Labaki prepara o monólogo Eu, Otto. (Nani Rubin)
Diretor do clássico Cabra marcado para morrer o cineasta Eduardo Coutinho (1933-2014) é dono de uma das mais coerentes trajetórias do cinema nacional. Desde 2019 sob a guarda do IMS, seu acervo é constituído de roteiros, fotografias, cadernos de anotações, recortes de jornais e revistas, entre mais de 1.700 itens.
O documentário visita os anos 1970 no Brasil através de filmes populares da época, as chamadas “pornochanchadas”, gênero mais visto e produzido no período. Segundo Fernanda Pessoa, seu filme não […]
Entre os anos 1960 e 1980, o Peace Corps (Corpos da Paz) enviou ao Brasil centenas de jovens americanos, como parte de um projeto do governo estadunidense de solidariedade e luta contra a pobreza.
Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), muitos portugueses se mudaram para Nova York (EUA), habitando especialmente o bairro do Soho. A história desses imigrantes é narrada no filme Portugueses no […]
Uma análise da violência sofrida pelo grupo Guarani Kaiowá, uma das maiores populações indígenas do Brasil nos dias de hoje e que habita as terras do Centro-Oeste.
A história de um grupo de homens que, ainda presos, pensaram em uma forma de usar o cinema como instrumento de denúncia e visibilidade para as mazelas das prisões brasileiras.
Enquanto o Rio de Janeiro se prepara para sediar a Copa do Mundo da FIFA 2014 e as Olimpíadas de 2016, uma comunidade de índios urbanos é ameaçada de despejo, para dar espaço à reforma de um estádio que recebe o mesmo nome dos indígenas originais daquele território: Maracanã.