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Filmes da semana

05 de novembro de 2018

Nesta semana, a programação do cinema do IMS Rio está ocupada pelos filmes do 20o Festival do Rio. Dentre os destaques está o documentário Kusama - Infinito, de Heather Lenz, sobre a artista feminina mais vendida do mundo. Yayoi Kusama superou o trauma de crescer no Japão durante a Segunda Guerra Mundial, a família contrária às suas ambições criativas, o machismo e o racismo do meio artístico e a doença mental, mas resistiu e criou seu legado.

 

 

O IMS Paulista, por sua vez, abriga uma dupla Sessão Cinética na quinta-feira, dia 8. o longa de 1975 As aventuras amorosas de um padeiro, de Waldyr Onofre, será exibido em conjunto com o documentário Histórias que o nosso cinema (não) contava, de Fernanda Pessoa, que traça um panorama dos anos 1970 no Brasil com imagens e sons de “pornochanchadas”, o gênero mais popular no período e do qual o filme de Waldyr faz parte. Após a sessão dupla haverá o tradicional debate com os críticos da revista Cinética e a diretora.

 

 

 

Outros destaques da semana

 

A fábrica de nada

Em uma fábrica portuguesa, um grupo de funcionários começa a notar que a cada dia, mais e mais máquinas e matérias-primas somem do complexo industrial. Logo descobrem que os próprios patrões são os responsáveis pelos roubos.

 

 

Westwood: punk, ícone, ativista

A estilista inglesa Vivienne Westwood foi responsável por levar a moda punk aos holofotes, e este documentário filme mostra sua luta pelo sucesso, seu ativismo e sua importância cultural com arquivos icônicos e filmagens recentes.

 

 

A última abolição

O documentário aborda a escravidão no Brasil, com especial enfoque no período da abolição, destacando o protagonismo do povo negro na luta por sua liberdade. São depoimentos de intelectuais e profissionais como Sueli Carneiro, João José Reis, Wlamyra Albuquerque, Fernando Conceição, Ana Flávia Magalhães Pinto, Giovana Xavier e Paulo Rangel.

 

 

Pixote, a lei do mais fraco

Pixote foi abandonado pelos pais e vive na rua, onde sobrevive se tornando traficante de drogas, cafetão e assassino mesmo tendo apenas 11 anos de idade.

 

 

Djon África

Miguel Moreira, também conhecido como Tibars e Djon África, vive em Portugal com sua avó. Orfão de mãe, o jovem decide ir a Cabo Verde em busca do pai, que nunca conheceu.


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