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Bolsa IMS de Pesquisa em Fotografia 2021 anuncia vencedoras

As contempladas são duas pesquisadoras indígenas: Jé Hãmãgãy e Kunhã Jeguakai Arandū vão desenvolver projetos a partir das fotografias realizadas na Amazônia por Albert Frisch (ao lado).


Os Miranha e as fotografias de Albert Frisch

O álbum com 98 imagens feitas por Albert Frisch na Amazônia entre 1867 e 1868, adquirido pelo IMS, pode ser lido como um precioso documento histórico do momento vivido pelos povos da região na época, como os Miranha, e das relações que eles estabeleciam com os não-indígenas. (Maria Luísa Lucas)


Frisch e as primeiras impressões da Amazônia

Considerados os primeiros registros fotográficos conhecidos da flora, fauna e habitantes da Amazônia, as 98 imagens feitas por Albert Frisch entre 1867 e 1868 na região foram compradas pelo IMS num leilão em Nova York. A série completa, tal como editada e comercializada por Georges Leuzinger em 1869, é única no Brasil.


Autorretrato de Frisch no Tarumã, afluente do rio Negro


Maloca


Rio Negro


Japurá


Albert Frisch

Nascido em Augsburgo, na Baviera, Albert Frisch trabalhou para a Casa Leuzinger, estúdio fotográfico do Rio de Janeiro, na década de 1860. Foi para a Amazônia em novembro de 1867, quando documentou, numa viagem que levou alguns meses, indígenas, fauna e flora, os primeiros registros da região de que se tem notícia. Sua coleção tem cerca de 500 fotografias e 290 documentos.