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Contraste

O retratista de Diamantina

Negros, brancos, pobres, ricos, homens, mulheres, crianças, idosos. Todos, sem distinção, ganharam do fotógrafo Chichico Alkmim o mesmo olhar cuidadoso, perfeccionista, que criava e recriava ângulos, enquadramentos, figurinos, luz e cenários em busca da melhor composição. (Mànya Millen)


Manda descer pra ver

Marca registrada do carnaval baiano, o afoxé Filhos de Gandhi tem passagens em pelo menos três acervos do IMS. Fotografado em cores por Maureen Bisilliat e Jorge Bodanzky, o bloco mereceu ensaio em preto e branco mais extenso de Marcel Gautherot, que acompanhou um de seus desfiles no início de 1960.


Vitrines e fachadas (Poços)

4/2 a 21/5/17


Fotos afinadas

Musa inspiradora de algumas obras-primas de Tom Jobim – Anos dourados, Desafinado e Retrato em branco e preto, por exemplo –, a fotografia é, depois da música, a melhor forma de celebrar o maestro.


Tradição e religiosidade

Festa folclórica e religiosa tradicional em todo o Brasil, principalmente no Nordeste, a Folia de Reis acontece entre o Natal e o Dia de Reis, celebrado em 6 de janeiro, e rendeu belas imagens para fotógrafos como Marcel Gautherot e Maureen Bisilliat, cujos acervos pertencem ao IMS.


Otto Stupakoff: beleza e inquietude

13/12/16 a 23/4/17


Entre o etéreo e o humano

Otto Stupakoff rodou o mundo, viveu o mundo, absorveu o mundo e o registrou sob diversos ângulos. O fotógrafo foi um mundo inteiro, e sua busca por toda forma de arte pode ser vista na exposição Otto Stupakoff: beleza e inquietude.


O tabuleiro da baiana

Foi lendo Jorge Amado que Marcel Gautherot começou a se render ao Brasil, e é natural que a Bahia tenha recebido uma atenção especial do fotógrafo. Gautherot fotografou diversas vendedoras de acarajé, figuras tradicionais lembradas no Dia Nacional da Baiana de Acarajé, comemorado em 25/11.


Lily Sverner (1934-2016)

Na série Nomes, pertencente ao acervo do IMS desde 2005, a fotógrafa Lily Sverner, que morreu dia 29 de outubro, aos 82 anos, aborda com delicadeza a questão da solidão e do abandono dos idosos. O conjunto de retratos em preto e branco foi feito entre 1989 e 1991 em dois asilos, um em São Paulo, outro em Itatiba, cidade onde ela morava.


Coleção José Ranauro: memória da cidade

22/10/16 a 27/8/17