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Contraste

Sobre Rachel de Queiroz

Apresentação Filiada ao Partido Comunista do Brasil, não demorou a se desencantar com a organização, que censurou os originais de seu segundo romance, João Miguel, em 1932. Sem hesitar, desligou-se do […]


Hora de Clarice


Sobre Mario Quintana

Apresentação Curiosamente, Quintana, que se celebrizaria como poeta, estreou com o conto “A sétima personagem”, publicado no Diário de Notícias, de Porto Alegre, em 1926. Só no ano seguinte ele teria […]


Sobre Clarice Lispector

Apresentação No Recife (PE), para onde se mudou com a família em 1925, Clarice viveu o que considerava “a verdadeira vida brasileira”, longe da influência estrangeira que chegava ao Rio […]


Sobre Roberto Piva

Apresentação Seu primeiro livro, Paranoia, de 1963, ilustrado com fotos de Wesley Duke Lee, teve repercussão internacional e foi considerado pela revista francesa Action Surréaliste, dirigida por André Breton, o primeiro livro […]


Sobre Roberto Ventura

Apresentação Scholar apaixonado pela obra Os sertões, dedicou-se ao estudo não só do livro, como de seu autor. Publicou inúmeros artigos sobre Euclides da Cunha e sua produção, participou de mesas de […]


Sobre Ana Cristina Cesar

Apresentação De personalidade inquieta, ela estudou na Universidade de Essex, na Inglaterra, onde legitimou seu talento de tradutora ao receber o título de Master of Arts (M.A.) em Theory and […]


Carolina é cânone

Carolina Maria de Jesus integrou a lista de leituras obrigatórias do Vestibular 2019 da Unicamp. A professora e crítica literária Marisa Lajolo reforça a importância da autora no contexto atual do país e confirma que sim, a autora de Quarto de despejo tem lugar no cânone literário.


A hora de Clarice

“Na literatura brasileira não tem ninguém que fale como ela fala”. A afirmação é de Eucanaã Ferraz, e ela é Clarice Lispector, dona de uma obra que conquistou admiradores por sua capacidade de dançar, com sutileza e clareza, sobre áreas de sombra, como costumam ser os turbilhões do ser humano.


Acervo vivo

A obra da cearense Rachel de Queiroz (1910-2003) começa a ser reeditada com o lançamento de uma edição em capa dura de O Quinze, seu romance de estreia, publicado em 1930. Para esta 104ª edição o acervo da escritora, sob guarda do Instituto Moreira Salles desde 2006, foi fundamental.