O Lírio: olhar feminino no início do século XX
Katya de Moraes resgata a história d’O Lírio, pioneira revista pernambucana, publicada de 1902 a 1904, com um corpo editorial composto apenas por mulheres.
Katya de Moraes resgata a história d’O Lírio, pioneira revista pernambucana, publicada de 1902 a 1904, com um corpo editorial composto apenas por mulheres.
Numa pasta azul preservada no acervo do IMS, Elizama Almeida recupera o curso que Ana Cristina Cesar preparou e nunca deu: “Leitura de Poesia Moderna Traduzida”, previsto para a PUC-Rio em 1983, suspenso por falta de inscritos e cancelado, para sempre, pela morte da poeta em outubro.
Uma dedicatória enigmática num exemplar de Balanço da bossa, de 1968, guarda a história de uma sincronia telepática improvável entre João Gilberto e a dupla Augusto de Campos e Décio Pignatari. Danilo Bresciani revela o segredo da “supercontracapa rádiopsicografada”.
Uma edição da revista Paris Match de 1962 foi o fio que ligou a martinicana Françoise Ega a Carolina Maria de Jesus, abrindo novos horizontes de vida e escrita. Rachel Valença mostra o alcance de Quarto de despejo para além das fronteiras do Brasil.
Você sabia que Drummond escreveu um cordel? E que Ana Cristina Cesar colecionava raridades do gênero? Jane Leite mostra como a literatura popular se faz presente nas bibiotecas de escritores brasileiros no acervo da área de Literatura do IMS.
No aniversário de 120 anos de Erico Verissimo, o IMS lança a versão digital do volume dos Cadernos de Literatura Brasileira dedicado ao escritor. A iniciativa faz parte do projeto da área de Literatura de disponibilizar ao público os 24 cadernos, a maioria esgotada na versão impressa original.
Recortes garimpados por Katya de Moraes nos arquivos de Rachel de Queiroz, Paulo Mendes Campos e Otto Lara Resende evidenciam a interação desses autores com seus textos publicados em jornais e revistas.
Bruno Cosentino pesca no acervo um retrato ruidoso e fragmentário de Roberto Piva na revista Pícaro, no qual o poeta surge entre provocações, aforismos e restos de orgia.
O tratamento arquivístico de fotografias pode revelar uma riqueza de retratos, como aconteceu com o arquivo do escritor Lêdo Ivo. Manoela Purcell Daudt d’Oliveira conta mais.