Dia D – Dia Drummond 2025
Para o Dia D de 2025, trouxemos para o IMS Poços a exibição de O padre e a moça, o primeiro longa-metragem de ficção de Joaquim Pedro de Andrade, inspirado no […]
Para o Dia D de 2025, trouxemos para o IMS Poços a exibição de O padre e a moça, o primeiro longa-metragem de ficção de Joaquim Pedro de Andrade, inspirado no […]
Numa pasta azul preservada no acervo do IMS, Elizama Almeida recupera o curso que Ana Cristina Cesar preparou e nunca deu: “Leitura de Poesia Moderna Traduzida”, previsto para a PUC-Rio em 1983, suspenso por falta de inscritos e cancelado, para sempre, pela morte da poeta em outubro.
Uma dedicatória enigmática num exemplar de Balanço da bossa, de 1968, guarda a história de uma sincronia telepática improvável entre João Gilberto e a dupla Augusto de Campos e Décio Pignatari. Danilo Bresciani revela o segredo da “supercontracapa rádiopsicografada”.
Você sabia que Drummond escreveu um cordel? E que Ana Cristina Cesar colecionava raridades do gênero? Jane Leite mostra como a literatura popular se faz presente nas bibiotecas de escritores brasileiros no acervo da área de Literatura do IMS.
Bruno Cosentino pesca no acervo um retrato ruidoso e fragmentário de Roberto Piva na revista Pícaro, no qual o poeta surge entre provocações, aforismos e restos de orgia.
O tratamento arquivístico de fotografias pode revelar uma riqueza de retratos, como aconteceu com o arquivo do escritor Lêdo Ivo. Manoela Purcell Daudt d’Oliveira conta mais.
Nas três aulas de abertura da série IMS no Vestibular, as professoras Aza Njeri, Mariana Quadros e Heleine Fernandes abordam obras de Carolina Maria de Jesus, Carlos Drummond de Andrade e Clarice Lispector, três autores do acervo do IMS.
Durante anos, entre as décadas de 1980 e 1990, o poeta gaúcho Mario Quintana escreveu num diário um verso, um poema de circunstância ou uma quadrinha. O conjunto desse material, depois publicado em formato de agenda pela Editora Globo, foi organizado, datilografado e conservado em seu arquivo, hoje no IMS. (Elvia Bezerra)
Em 1958, João Cabral de Melo Neto escreveu a Decio de Almeida Prado, editor do Suplemento Literário de O Estado de S. Paulo, pedindo-lhe que publicasse o poema que acabara de escrever, o cortante “A palo seco” (detalhe no destaque). E orientava: não deveria sair em partes. “O poema é um poema só”, alertou o amigo. A carta e o jornal estão no acervo de Almeida Prado no IMS. (Elvia Bezerra)
Na obra de Vinicius de Moraes há uma composição de origem curiosa, cuja história está narrada em crônica de Paulo Mendes Campos. Ele conta que, “numa noite de descaramento etílico” no apartamento de Fernando Sabino, propôs ao poeta escreverem um soneto juntos. Assim nasceu o “Soneto a quatro mãos”. O manuscrito inicial (em destaque) está no acervo Paulo Mendes Campos, sob a guarda do IMS. (Elvia Bezerra)