Protegido: Em 1964: arte e cultura no ano do golpe
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Coletânea de poemas manuscritos que permanecia inédita até ser descoberta no Fundo Rachel de Queiroz do Instituto Moreira Salles.
Publicação com ensaios, registros e material de acervo da escritora.
Jornalista antes de tudo – gostava de afirmar a escritora –, surpreendeu o Brasil ao publicar o hoje clássico romance O Quinze quando ainda não completara vinte anos de idade. Como cronista de prosa vigorosa e enxuta, deixou sua marca na lendária “Última Página”, de O Cruzeiro.
Apresentação Filiada ao Partido Comunista do Brasil, não demorou a se desencantar com a organização, que censurou os originais de seu segundo romance, João Miguel, em 1932. Sem hesitar, desligou-se do […]
A obra da cearense Rachel de Queiroz (1910-2003) começa a ser reeditada com o lançamento de uma edição em capa dura de O Quinze, seu romance de estreia, publicado em 1930. Para esta 104ª edição o acervo da escritora, sob guarda do Instituto Moreira Salles desde 2006, foi fundamental.
A escritora Rachel de Queiroz colaborou intensamente com o golpe de 1964 e contava isto sem constrangimento. Isabel Lustosa escreve sobre a entrevista que a escritora concedeu a ela em 1993, repleta de revelações sobre a cena política da época, faz um paralelo com a situação política atual e menciona possibilidades de estudos sobre o golpe de 1964.
As máquinas de escrever foram substituídas por computadores e tablets, virando objetos de museu. Sob a guarda do IMS há seis máquinas de escritores e estudiosos da literatura brasileira, como Erico Verissimo, Lygia Fagundes Telles, Rachel de Queiroz e Ana Cristina Cesar. (Lyza Brasil)