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Contraste

Walter Firmo

Nascido em 1º de junho de 1937 e conhecido como “mestre da cor”, o carioca Walter Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira, como Pixinguinha, Cartola e Dona Ivone Lara. O acervo de uma carreira longeva, com cerca de 145 mil fotografias, está sob a guarda do IMS.


Instante zero do golpe

Autor de imagens icônicas da resistência à ditadura, Evandro Teixeira reconstitui para Alfredo Ribeiro a madrugada de chuva torrencial em que fotografou a tomada do Forte de Copacabana em 1964, registro presente em Conflitos.


Claudia Andujar: no lugar do outro

O livro inclui cerca de 230 imagens do período que se estende da chegada da fotógrafa em São Paulo, em 1955, até as primeiras viagens para a Amazônia, no começo dos anos 1970.


Modernidades Fotográficas: 1940-1964

O catálogo reúne a obra de quatro grandes fotógrafos brasileiros (José Medeiros, Thomaz Farkas, Marcel Gautherot e Hans Gunther Flieg) num período crucial para a formação da fotografia moderna brasileira – e para os destinos do país.


As origens do fotojornalismo no Brasil: um olhar sobre O Cruzeiro (1940-1960)

A publicação, que acompanhou a exposição de mesmo nome, realizada pelo IMS em 2012, investiga o início do fotojornalismo no Brasil, tendo como referência a produção dos fotógrafos que atuaram na revista O Cruzeiro.


Luciano Carneiro

Nascido em Fortaleza, onde começa muito cedo uma prolífica carreira de repórter e fotógrafo, Luciano Carneiro ingressou na equipe da revista O Cruzeiro em 1948, afinando-se a um grupo que buscava enfatizar o caráter documental e engajado do fotojornalismo. Foi correspondente de guerra e esteve em Coreia, Japão, Rússia e Egito. Sua trajetória foi interrompida abruptamente, aos 33 anos de idade. Ele morreu em um acidente de avião em 1959, quando retornava de um trabalho singelo: documentar o primeiro baile de debutantes da nova capital, Brasília.


Thomaz Farkas

Thomaz Farkas (Budapeste 1924 – SP, 2011) marcou o cenário cultural brasileiro. Empresário por herança do pai, teve a possibilidade de produzir clássicos do cinema nacional. Já sua obra fotográfica, predominantemente humanista, só viria a ser prestigiada em conjunto nos anos 1990. Dentre outros pontos altos, monta em 1949 a primeira mostra fotográfica individual em museus no Brasil, no MAM-SP.


José Medeiros

O piauiense José Medeiros integrou a equipe de O Cruzeiro entre os anos 1940 e 1960, no auge da revolução no tratamento dado à imagem provocada na imprensa nacional pela então maior revista do país. Medeiros inovou dentro da própria redação, aplicando ao seu trabalho elementos do fotojornalismo humanista europeu, com o qual se identificava. A partir dos anos 1960 dedicou-se principalmente à fotografia cinematográfica, atuando ativamente no Cinema Novo.


Medeiros e o fotojornalismo no Brasil

Ao embalo de sua passagem pela revista O Cruzeiro, José Medeiros tornou-se um dos mais importantes nomes do fotojornalismo do século XX no Brasil. Sua atuação integrou de forma decisiva o período em que a fotografia documental e jornalística ajudou a construir uma visão sobre a sociedade brasileira.


Do arquivo de um correspondente estrangeiro: fotografias de Luciano Carneiro (Poços)

6/8/16 a 22/1/17